terça-feira, janeiro 10, 2012
quinta-feira, maio 20, 2010
ladder beats saw
Pois, vai se andando, (expressão com potencial para ser repetida pelo menos 300 vezes no próximo mês)
Com as últimas semanas da minha existência a serem marcadas (por vezes, literalmente) pela influência de instrumentos de carpintaria e construção - primeiro um simpático serrote, depois um maléfico escadote - sou um homem novo, ou pelo menos, com peças novas.
Apetecia-me começar com um cover idiota. Podia ser com o "Tudo começou, há um tempo atrás", ou o "Tempo, volta para trás", ou simplesmente o "Oops, I Did It Again", mas na falta de recursos ou inspiração para tal fico-me por este poio literário.
A noite era negra e amarela, o bilhete para o queimódromo era o último, e a ideia de me aventurar por degraus escorregadios tentadora. A gravidade ganhou. Ao cair fiquei sentado - seguiu-se um momento único: uma vontade imensa de me deitar no chão negro, pastoso, peganhento, de composição largamente desconhecida/duvidosa do Queimódromo. A ambulância chegou. As piadas dos bombeiros começaram. "Medicina? Parece que devias era ter tirado o curso de paraquedismo!". Tum tum paa. Trepidação.
Triagem. "- Bebeu?"
"-Um bocado, mas não estava embriagado."
"-Não foi isso que lhe perguntei! Bebeu álcool?"
"-Sim"; carimbo imediato na testa de bêbado da Queima.
Radiografia: "Vai ter que elevar os braços acima da cabeça!"
(olhar confuso) "Não consigo..."
"Muito bem", diz o radiologista enquanto escreve "Doente não colaborante" no relatório.
Tecto de corredores. Gente conhecida! Gente pálida, cansada, com sorrisos!
Tiram-me finalmente do plano duro e colocam-me o primeiro cateter! Ouço cânticos angelicais que ecoam "morfina, morfina, morfinaaaaa!". Recebo tramal. :(
Segue-se a espera. Sei que estou à espera de uma ressonância. Sei que o serviço de Radiologia começa a fazer ressonâncias a qualquer instante. Sei que o pequeno-almoço dos Ortopedistas é a refeição mais importante do dia! 5 horas de pequeno-almoço depois... RMN! Transferência para a maca do serviço, transferência para a máquina, transferência para a maca do serviço, transferência para a maca onde estava originalmente. Habitualmente considero-me um indivíduo decidido, de ideias definidas. Nesse momento não me conseguia decidir: "Costas? Ombros? O que é que me vai matar de dores primeiro?". No fim suspiro "Pronto, pelo menos agora fico sossegado...", resposta do auxiliar "Ah, ainda vai fazer TAC." (música sinistra). Recuando um pouco, para a RMN propriamente dita. Digamos que uma combinação de dor, barulho, calor e a premissa muito simples de "se te mexes temos que repetir". Subitamente ir ao dentista parece um dia de Primavera.
De volta à sala das urgências, cujo tecto tão apreciei, o drama: sede. A amabilidade das enfermeiras: "TÁ A BEBER ÁGUA?! AS SUAS COLEGAS ESTÃO A DAR-LHE ÁGUA! JÁ NÃO VAI DAR!"... cena digna de comparação com os panos verdes.
Fazendo um rápido fast-forward, temos: corredor do bloco operatório, acordar da cirurgia sem ter a certeza de ter passado por lá (apesar de eventualmente estranhar a quantidade suspeita de cateteres ligados a todos os meus membros... todos).
UPA. Um serviço interessante. Provavelmente mais interessante para quem não está preso a uma cama com vista privilegiada para uma parede com um negatoscópio e um lavatório. As pessoas costumam dizer que o mais importante na vida é a busca pela "felicidade". Creio que não se referem à Dona Felicidade que estava na cama ao lado. A Dona Felicidade ressona.
Serviço de Trauma. Digno do seu nome. Como se o conforto proporcionado pelas dores constantes nas costas e pelo incómodo de não me poder mexer não bastassem, outros factores aliviantes se ergueram para tornar a minha estadia um mimo. Ponto 1: descanso. A Orquestra Nacional do Porto nada vale perante o coro mais afinado de orofaringes descaídas que tão harmoniosamente animaram os meus serões. Cama cuidadosamente escolhida ao lado da janela. Janela cujos estores não fecham, de modo a maximizar as minhas capacidades regenerativas de vegetal, ainda que a custo de qualquer hipótese de descanso a partir das 6h da madrugada. Ponto 2: alimentação. Pensava que com mais de 5 anos de experiência a lidar com comida pré-fabricada e montada in situ (ao estilo IKEA), típica de cantina e afins, poderia tolerar e quiçá apreciar a temida "comida de hospital". Ahh, doce inocência... É claro que alguém achou que o grau de dificuldade das refeições deveria passar a "Insane", pelo que passaram a alimentar-me a 0º - resultado: um auxiliar paralisado com cara de nojo ao ver a sua preciosa farda coberta de sopa regurgitada. Ponto 3: higiene. Rapidamente me habituei à ideia de que a minha privacidade e dignidade pessoais eram itens recicláveis. Tudo bem. Pormenor: obras nas canalizações, consequente corte na água - resultado: o mau hálito tornou-se o meu odor mais refrescante. Ponto 4: entretenimento. O facto de coincidir esta experiência de turismo urbano com a visita papal resultou em horas e horas de prazer televisivo. Ponto alto, programa da manhã da TVI onde numerosos artistas levaram a cabo a apresentação de um novo álbum cuja temática era justamente Nossa Senhora. Valha-nos Deus. O melhor do 13 de Maio: um envelope branco entregue em mão simbolizando a tão esperada Liberdade! ALTA!
O resto da saga fica para uma qualquer outra ocasião... que é como quem diz, para quando publicar o meu primeiro best-seller.
Frase do dia: "When we are no longer able to change a situation - we are challenged to change ourselves." by Viktor Frankl
Com as últimas semanas da minha existência a serem marcadas (por vezes, literalmente) pela influência de instrumentos de carpintaria e construção - primeiro um simpático serrote, depois um maléfico escadote - sou um homem novo, ou pelo menos, com peças novas.
Apetecia-me começar com um cover idiota. Podia ser com o "Tudo começou, há um tempo atrás", ou o "Tempo, volta para trás", ou simplesmente o "Oops, I Did It Again", mas na falta de recursos ou inspiração para tal fico-me por este poio literário.
A noite era negra e amarela, o bilhete para o queimódromo era o último, e a ideia de me aventurar por degraus escorregadios tentadora. A gravidade ganhou. Ao cair fiquei sentado - seguiu-se um momento único: uma vontade imensa de me deitar no chão negro, pastoso, peganhento, de composição largamente desconhecida/duvidosa do Queimódromo. A ambulância chegou. As piadas dos bombeiros começaram. "Medicina? Parece que devias era ter tirado o curso de paraquedismo!". Tum tum paa. Trepidação.
Triagem. "- Bebeu?"
"-Um bocado, mas não estava embriagado."
"-Não foi isso que lhe perguntei! Bebeu álcool?"
"-Sim"; carimbo imediato na testa de bêbado da Queima.
Radiografia: "Vai ter que elevar os braços acima da cabeça!"
(olhar confuso) "Não consigo..."
"Muito bem", diz o radiologista enquanto escreve "Doente não colaborante" no relatório.
Tecto de corredores. Gente conhecida! Gente pálida, cansada, com sorrisos!
Tiram-me finalmente do plano duro e colocam-me o primeiro cateter! Ouço cânticos angelicais que ecoam "morfina, morfina, morfinaaaaa!". Recebo tramal. :(
Segue-se a espera. Sei que estou à espera de uma ressonância. Sei que o serviço de Radiologia começa a fazer ressonâncias a qualquer instante. Sei que o pequeno-almoço dos Ortopedistas é a refeição mais importante do dia! 5 horas de pequeno-almoço depois... RMN! Transferência para a maca do serviço, transferência para a máquina, transferência para a maca do serviço, transferência para a maca onde estava originalmente. Habitualmente considero-me um indivíduo decidido, de ideias definidas. Nesse momento não me conseguia decidir: "Costas? Ombros? O que é que me vai matar de dores primeiro?". No fim suspiro "Pronto, pelo menos agora fico sossegado...", resposta do auxiliar "Ah, ainda vai fazer TAC." (música sinistra). Recuando um pouco, para a RMN propriamente dita. Digamos que uma combinação de dor, barulho, calor e a premissa muito simples de "se te mexes temos que repetir". Subitamente ir ao dentista parece um dia de Primavera.
De volta à sala das urgências, cujo tecto tão apreciei, o drama: sede. A amabilidade das enfermeiras: "TÁ A BEBER ÁGUA?! AS SUAS COLEGAS ESTÃO A DAR-LHE ÁGUA! JÁ NÃO VAI DAR!"... cena digna de comparação com os panos verdes.
Fazendo um rápido fast-forward, temos: corredor do bloco operatório, acordar da cirurgia sem ter a certeza de ter passado por lá (apesar de eventualmente estranhar a quantidade suspeita de cateteres ligados a todos os meus membros... todos).
UPA. Um serviço interessante. Provavelmente mais interessante para quem não está preso a uma cama com vista privilegiada para uma parede com um negatoscópio e um lavatório. As pessoas costumam dizer que o mais importante na vida é a busca pela "felicidade". Creio que não se referem à Dona Felicidade que estava na cama ao lado. A Dona Felicidade ressona.
Serviço de Trauma. Digno do seu nome. Como se o conforto proporcionado pelas dores constantes nas costas e pelo incómodo de não me poder mexer não bastassem, outros factores aliviantes se ergueram para tornar a minha estadia um mimo. Ponto 1: descanso. A Orquestra Nacional do Porto nada vale perante o coro mais afinado de orofaringes descaídas que tão harmoniosamente animaram os meus serões. Cama cuidadosamente escolhida ao lado da janela. Janela cujos estores não fecham, de modo a maximizar as minhas capacidades regenerativas de vegetal, ainda que a custo de qualquer hipótese de descanso a partir das 6h da madrugada. Ponto 2: alimentação. Pensava que com mais de 5 anos de experiência a lidar com comida pré-fabricada e montada in situ (ao estilo IKEA), típica de cantina e afins, poderia tolerar e quiçá apreciar a temida "comida de hospital". Ahh, doce inocência... É claro que alguém achou que o grau de dificuldade das refeições deveria passar a "Insane", pelo que passaram a alimentar-me a 0º - resultado: um auxiliar paralisado com cara de nojo ao ver a sua preciosa farda coberta de sopa regurgitada. Ponto 3: higiene. Rapidamente me habituei à ideia de que a minha privacidade e dignidade pessoais eram itens recicláveis. Tudo bem. Pormenor: obras nas canalizações, consequente corte na água - resultado: o mau hálito tornou-se o meu odor mais refrescante. Ponto 4: entretenimento. O facto de coincidir esta experiência de turismo urbano com a visita papal resultou em horas e horas de prazer televisivo. Ponto alto, programa da manhã da TVI onde numerosos artistas levaram a cabo a apresentação de um novo álbum cuja temática era justamente Nossa Senhora. Valha-nos Deus. O melhor do 13 de Maio: um envelope branco entregue em mão simbolizando a tão esperada Liberdade! ALTA!
O resto da saga fica para uma qualquer outra ocasião... que é como quem diz, para quando publicar o meu primeiro best-seller.
Frase do dia: "When we are no longer able to change a situation - we are challenged to change ourselves." by Viktor Frankl
Posted by parvo at 10:22 p.m. 2 comments
sexta-feira, março 26, 2010
Sabes que estás no 6º ano...
quando perante a palavra "férias" simplesmente inclinas a cabeça e perguntas: "o quê?";
quando te esforças para encontrar um tema de conversa que não esteja directa ou indirectamente relacionado com uma certa criança com uma cicatriz na testa;
quando só consegues queixar-te de não teres tempo para nada;
quando depois de apanhares uma molha estás mais preocupado pela possibilidade de teres danificado a criança com uma cicatriz na testa que levas contigo... do que, vá, com a possibilidade de te constipares (a não ser pela perda de tempo que "estar doente" implica);
quando tens saudades de ter aulas num anfiteatro, e do habitual ratio de 6:1 nas práticas;
quando as tuas notas são proporcionais ao número de vezes que dizes ao teu assistente "gosto tanto desta especialidade que se pudesse casava com ela";
quando chegas ao salão e não conheces ninguém;
quando já te arrepias só de pensar que na próxima reunião de família todos vão voltar a perguntar "então, já és médico? e o que é que queres seguir?";
quando chegas à conclusão que a única "opção" que tu realmente querias para o "Projecto de Opção" era não fazer o "Projecto de Opção";
quando olhas para um monte de artigos que está no mesmo sítio há eons e repetes para ti mesmo "é amanhã...";
quando pensas "estou a ficar velho para isto";
quando te perguntam "vais a casa este fim-de-semana?" e te partes a rir...
quando te esforças para encontrar um tema de conversa que não esteja directa ou indirectamente relacionado com uma certa criança com uma cicatriz na testa;
quando só consegues queixar-te de não teres tempo para nada;
quando depois de apanhares uma molha estás mais preocupado pela possibilidade de teres danificado a criança com uma cicatriz na testa que levas contigo... do que, vá, com a possibilidade de te constipares (a não ser pela perda de tempo que "estar doente" implica);
quando tens saudades de ter aulas num anfiteatro, e do habitual ratio de 6:1 nas práticas;
quando as tuas notas são proporcionais ao número de vezes que dizes ao teu assistente "gosto tanto desta especialidade que se pudesse casava com ela";
quando chegas ao salão e não conheces ninguém;
quando já te arrepias só de pensar que na próxima reunião de família todos vão voltar a perguntar "então, já és médico? e o que é que queres seguir?";
quando chegas à conclusão que a única "opção" que tu realmente querias para o "Projecto de Opção" era não fazer o "Projecto de Opção";
quando olhas para um monte de artigos que está no mesmo sítio há eons e repetes para ti mesmo "é amanhã...";
quando pensas "estou a ficar velho para isto";
quando te perguntam "vais a casa este fim-de-semana?" e te partes a rir...
Posted by parvo at 10:15 p.m. 2 comments
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Patite V
Pois...
Conheci "A" médica de família... deu-me tangerinas.
Cuidado com as patites.
Conheci "A" médica de família... deu-me tangerinas.
Cuidado com as patites.
Posted by parvo at 2:09 p.m. 1 comments
Labels: vídeos
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
quinta-feira, dezembro 03, 2009
O Harry vai à escola...
Parece que sim...
É oficial, o meu amigo Harry começou a ir à escola. E o que faz o Harry no escola? Passeia, sobretudo. Nos dias bons aprende a pintar, e ainda há de chegar o dia em que começará a ler... sem pressas.

O meu amigo Harry é uma seca. Adormecedor de primeira apanha. E gosta de banalidades. E gosta de inutilidades. E fala uma língua estranha... para o Harry "estirpe" é "cepa", e "ratinho" é "camundongo"...
Continua assim que ainda és trocado pelo Potter...
Frase do dia: "Never think that God's delays are God's denials. Hold on; hold fast; hold out. Patience is genius." by Comte de Buffon
É oficial, o meu amigo Harry começou a ir à escola. E o que faz o Harry no escola? Passeia, sobretudo. Nos dias bons aprende a pintar, e ainda há de chegar o dia em que começará a ler... sem pressas.

O meu amigo Harry é uma seca. Adormecedor de primeira apanha. E gosta de banalidades. E gosta de inutilidades. E fala uma língua estranha... para o Harry "estirpe" é "cepa", e "ratinho" é "camundongo"...
Continua assim que ainda és trocado pelo Potter...
Frase do dia: "Never think that God's delays are God's denials. Hold on; hold fast; hold out. Patience is genius." by Comte de Buffon
Posted by parvo at 10:28 p.m. 2 comments
sexta-feira, novembro 06, 2009
Até qualquer dia...
Pois...
É com tristeza que nos despedimos desse "antro de terror", no sentido fofinho da expressão. O que se retém dessa experiência? Que caucasianos são os habitantes do Cáucaso; que nos documentos do Word não usar hifenização fica feio; que "endovenoso" é um termo a evitar porque não devemos misturar Gregos com Latinos; que "a dor só por si magoa" ou "só dói tanto quanto deixarmos doer" (para mais Dicas Dologosas desloquem-se ao melhor hospital do mundo mais próximo da sua área de residência - e leve grátis o suplemento das Dicas Hemogágicas); que "pupilas isocóricas" é o mesmo que dizer "pupilas pupilas iguais" e isso é feio; que abrir um documento powerpoint antes de uma apresentação é feio porque as pessoas olham logo para o número de slides da apresentação, por isso devemos guardar o ficheiro em .pps; que a dor em é "pontada" e não em "picada"; "colecistite aguda" é parvo, porque "-ite" é sempre agudo... entre tantos outros conselhos para a vida, sem os quais com certeza seria um ser bem mais incompleto.

Qual a semelhança entre uma abelha e Bragança? Ambas têm um...
É com tristeza que nos despedimos desse "antro de terror", no sentido fofinho da expressão. O que se retém dessa experiência? Que caucasianos são os habitantes do Cáucaso; que nos documentos do Word não usar hifenização fica feio; que "endovenoso" é um termo a evitar porque não devemos misturar Gregos com Latinos; que "a dor só por si magoa" ou "só dói tanto quanto deixarmos doer" (para mais Dicas Dologosas desloquem-se ao melhor hospital do mundo mais próximo da sua área de residência - e leve grátis o suplemento das Dicas Hemogágicas); que "pupilas isocóricas" é o mesmo que dizer "pupilas pupilas iguais" e isso é feio; que abrir um documento powerpoint antes de uma apresentação é feio porque as pessoas olham logo para o número de slides da apresentação, por isso devemos guardar o ficheiro em .pps; que a dor em é "pontada" e não em "picada"; "colecistite aguda" é parvo, porque "-ite" é sempre agudo... entre tantos outros conselhos para a vida, sem os quais com certeza seria um ser bem mais incompleto.

Qual a semelhança entre uma abelha e Bragança? Ambas têm um...
Posted by parvo at 2:48 p.m. 7 comments
quarta-feira, outubro 21, 2009
tesourinhos penafielenses...
Ora pois...
Passados 8 dias (úteis) (e faltando apenas uns meros 11 para o fim) desta saga quasi-erásmica por terras esfincterianas de Judas, eis que nos deparamos com um altar de cultura e inovação musical: uma montra de cassetes!

Como exemplo ilustrativo temos este nome familiar, talvez prevendo o futuro de alguém daqui a uns 20 anitos...

Ou o sósia português do Dr. Phil... igualmente interventivo...

Frase do dia: "Pito is a type of beer made from fermented millet or sorghum in northern Ghana, parts of Nigeria, and other parts of West Africa." by Yeasts in Food: Beneficial and Detrimental Aspects
Passados 8 dias (úteis) (e faltando apenas uns meros 11 para o fim) desta saga quasi-erásmica por terras esfincterianas de Judas, eis que nos deparamos com um altar de cultura e inovação musical: uma montra de cassetes!

Como exemplo ilustrativo temos este nome familiar, talvez prevendo o futuro de alguém daqui a uns 20 anitos...

Ou o sósia português do Dr. Phil... igualmente interventivo...

Frase do dia: "Pito is a type of beer made from fermented millet or sorghum in northern Ghana, parts of Nigeria, and other parts of West Africa." by Yeasts in Food: Beneficial and Detrimental Aspects
Posted by parvo at 5:29 p.m. 5 comments
sábado, outubro 17, 2009
Penafiel, venha cá
O mundo roda e tudo muda sem parar
Mas uma coisa permanece igual
A inutilidade e ignorância dos alunos da Femupe
E o nosso amor por Penafiel
Venha a Penafiel de Janeiro a Janeiro
Hospital no fim do mundo, um desconforto o ano inteiro
Tudo aqui é bem melhor
O bloco é mais fresquinho
Tudo aqui tem mais sabor
Tudo fica mais carinho (€€€)
Aqui os alunos estorvam o ano todo, a semana inteira
Além da distância a parolice é verdadeira
Não haver salão de alunos toda a diferença faz
Aqui em Penafiel ter um carro vale mais, vale mais, vale mais
Venha a Penafiel de Janeiro a Janeiro
Hospital no fim do mundo, um desconforto o ano inteiro
Venha a Penafiel de Janeiro a Janeiro
Hospital no fim do mundo, um desconforto o ano inteiro
Penafiel, venha cá
O mundo roda e tudo muda sem parar
Mas uma coisa permanece igual
A qualidade e o preço baixo do Pingo Doce
E o nosso amor por Portugal
Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo a loja toda, o ano inteiro
Tudo aqui é bem melhor
Tem de tudo e mais fresquinho
Tudo aqui tem mais sabor
Tudo é feito com carinho
Aqui o preço é baixo o ano todo, a loja inteira
Além da qualidade a poupança é verdadeira
Receita Pingo Doce toda a diferença faz
Aqui no Pingo Doce o seu dinheiro vale mais, vale mais, vale mais
Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo a loja toda o ano inteiro
Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo a loja toda o ano inteiro
Pingo Doce, venha cá
Mas uma coisa permanece igual
A inutilidade e ignorância dos alunos da Femupe
E o nosso amor por Penafiel
Venha a Penafiel de Janeiro a Janeiro
Hospital no fim do mundo, um desconforto o ano inteiro
Tudo aqui é bem melhor
O bloco é mais fresquinho
Tudo aqui tem mais sabor
Tudo fica mais carinho (€€€)
Aqui os alunos estorvam o ano todo, a semana inteira
Além da distância a parolice é verdadeira
Não haver salão de alunos toda a diferença faz
Aqui em Penafiel ter um carro vale mais, vale mais, vale mais
Venha a Penafiel de Janeiro a Janeiro
Hospital no fim do mundo, um desconforto o ano inteiro
Venha a Penafiel de Janeiro a Janeiro
Hospital no fim do mundo, um desconforto o ano inteiro
Penafiel, venha cá
O mundo roda e tudo muda sem parar
Mas uma coisa permanece igual
A qualidade e o preço baixo do Pingo Doce
E o nosso amor por Portugal
Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo a loja toda, o ano inteiro
Tudo aqui é bem melhor
Tem de tudo e mais fresquinho
Tudo aqui tem mais sabor
Tudo é feito com carinho
Aqui o preço é baixo o ano todo, a loja inteira
Além da qualidade a poupança é verdadeira
Receita Pingo Doce toda a diferença faz
Aqui no Pingo Doce o seu dinheiro vale mais, vale mais, vale mais
Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo a loja toda o ano inteiro
Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo a loja toda o ano inteiro
Pingo Doce, venha cá
Posted by parvo at 10:20 a.m. 5 comments
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segunda-feira, outubro 12, 2009
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